Técnica
japonesa de queima cerâmica, que surgiu no século
XVI, em Kioto, relacionada com a cerimônia do chá,
cujo significado é felicidade e prazer. O ceramista inglês
Bernard Leach vai ao Japão, em 1911, em busca de novas
experiências e lá permanece por nove anos estudando
o raku. A técnica foi introduzida no Ocidente, após
seu retorno à Inglaterra, onde difundiu o conhecimento
lá adquirido.
O ritual
da queima é mágico: começa pela criação
das peças, utilização de engobes, óxidos
e/ou a de esmaltes comerciais ou confeccionados no próprio
ateliê. No final, ocorre a queima quando as peças
são retiradas do forno a gás, ainda incandescentes,
e são colocadas num tonel com serragem que é imediatamente
fechado com uma tampa para abafá-las. O material entra
em combustão, iniciando-se a redução, isto
é, a queima do oxigênio, onde se obtém o
efeito esfumaçado. Após alguns minutos, são
retiradas e mergulhadas, lentamente, para evitar um choque térmico
violento, em outro tonel, desta vez com água fria onde
pode se intensificar o craquelado.Os
efeitos são fascinantes e únicos e só percebidos
quando as peças são lavadas para a retirada dos
resíduos.
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Cogumelos
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Cilindros
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Ânforas
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Vista
superior do forno
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Vista
superior
do forno aberto
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Tonel
de serragem
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